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Crea-SP inicia fiscalização em mais de 1.400 condomínios de Rio Preto

Crea-SP inicia fiscalização em mais de 1.400 condomínios de Rio Preto

São José do Rio Preto está no centro de uma das maiores ações de fiscalização já realizadas pelo Crea-SP em 2026.

Entre os dias 24 de agosto e 4 de setembro, cerca de 30 agentes fiscais do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo percorrem a cidade para vistoriar mais de 1.470 condomínios residenciais, comerciais e mistos.

O que está sendo verificado

O foco da força-tarefa é checar se os serviços técnicos realizados nos empreendimentos, manutenção predial, sistemas elétricos, estruturas, entre outros, estão sendo executados por profissionais habilitados e empresas devidamente registradas no Conselho. Durante as vistorias, os fiscais conferem a existência de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), documento que formaliza qual profissional responde tecnicamente por cada serviço.

A presidente do Crea-SP, engenheira civil Lígia Mackey, destaca que a ação também tem um caráter orientativo e preventivo, não se resume a punir irregularidades, mas a aproximar o Conselho da gestão condominial.

Por que concentrar tantas vistorias de uma vez

Segundo o engenheiro ambiental Kleber de Jesus Brunheira, gerente de Planejamento e Fiscalização do Crea-SP, reunir um volume tão grande de inspeções em duas semanas permite ao Conselho mapear de forma ampla a situação da regularidade técnica dos condomínios da cidade.

Rio Preto não é caso isolado

A operação em Rio Preto integra uma série de força-tarefas que o Crea-SP já vem aplicando em outras cidades do interior paulista ao longo do ano, como Araçatuba, Bragança Paulista e Rio Claro, reforçando uma estratégia estadual de fiscalização concentrada por município.

O que muda para síndicos e moradores

Para síndicos e administradoras da região, o momento é oportuno para revisar se os prestadores de serviço contratados, de manutenção de elevador a sistemas elétricos e hidráulicos, têm registro regular e ART emitida. A ausência dessa documentação pode gerar responsabilização tanto para o profissional quanto para a gestão do condomínio em caso de sinistro.

Fonte: Crea-SP / Gazeta de Rio Preto

Produzido por Celso Rodrigues
Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de São José do Rio Preto

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